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Sombra escreve às segundas no Portal do Estádio 97
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3/9/2010
O PODEROSO CHEFÃO?
Embora o título desta coluna insinue algo referente a situação, que segundo repórteres de rádio, teria acontecido no último jogo do Tricolor contra o Atlético-GO, quando o líder Rogério Ceni teria convocado o Cleber Santana para entrar em campo, seguirei num rumo diferente de tudo que tenho lido, onde quase na totalidade, críticas são veementes contra nosso grande capitão. E sinto-me a vontade para isso, pois eu mesmo há muitos anos tive uma discussão saudável no ar com o goleiro artilheiro por outars razões.

Recorrendo a alguns aprendizados sobre os bastidores do mundo do futebol, conhecimentos que vamos acumulando por vezes pela simples interpretação de fatos, ou na maioria das vezes, por informações passadas por quem realmente esteve ou está no front de batalha, digo que fica dificílimo julgar tal ocorrido na partida (desde que verdade).

Por isso, assim argumento...

Em primeiro lugar, não sabemos 10 porcento do que acontece num time de futebol. Em segundo lugar, será que em algum momento na colocação do Baresi como interino, o próprio não teria recorrido a Rogério como auxiliar, reconhecendo sua própria inexperiencia junto a um nível mais alto no comando de uma equipe? Será que no dia a dia do clube eles não trocam informações e se ajudam no melhor para o time? Será que quando o Ricardo Gomes estava lá, já não havia uma situação semelhante? Ou ninguém lembra de que em uma partida o Rogério havia recomendado a substituição do Dagoberto que já se apresentava cansado?

Ainda que hoje o Baresi diga que não houve tal solicitação de Rogério, pode ser até que assim ele diga apenas para que, perante a mídia, ele queira mostrar que o comando é realmente dele, ainda que toda uma situação de cumplicidade possa ser verídica e justificável.

O futebol é muito mais que onze homens correndo atrás da bola. Há um outro jogo que não assistimos, e que apenas algumas pessoas tem cadeira com visão privilegiada. Aquelas que nele trabalham.

Não peço que acreditem em mim, mesmo porque isso é uma opinião, não se tratando de informação.

Pode-se questionar se isso é válido ou não. Mas, peço aos torcedores para sempre terem em mente que não sabemos 10 porcento do que se passa num clube.

Clube este, que, segundo informações (agora, sim, informações), passa por um período difícil na administração do futebol, por mais que o discurso seja de tranquilidade. Primeiro registro da febre que se instala tem sido as constantes manifestações de Marco Aurélio Cunha, isolado pela direção, sem requerer seu auxílio na condução das coisas do futebol. Será que vai tudo bem mesmo no futebol extra campo do Tricolor? Será que todos estão remando a favor? Será que todos estão lá com o espírito de primeiro dia de trabalho? Será que a mídia não nos faz acreditar em mitos que não existem? Por que demoramos tanto para lançar os jovens no profissional? Perguntas que fazemos porque não sabemos nem 10 porcento. Mas se soubéssemos 20 porcento, talvez até deixássemos esse amor clubístico desaparacer gradualmente.

Isso para não falar do marketing e o prometido patrocínio de 40 milhoes de reais, JJ e seus "beija mãos", Copa 2014...

Tenha amor por seu clube, mas saiba que nem tudo é feito pensando no amor que você tem por ele.

Sombra
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26/8/2010
RAIO X DE UM CLUBE
Esta semana estive num bate papo muito agradável com algumas pessoas que já tiveram presenças marcantes e vitoriosas no futebol. Aprendi algumas coisas e acabei por consolidar idéias que já tinha. No gerenciamento de um clube há pilares que são fundamentais para o bom resultado de uma equipe. Antes de mais nada, pessoas competentes em seus setores.
Ao presidente a presidência, ao diretor a direção, ao médico o tratamento dos atletas, ao treinador o treino e montagem de uma equipe eficiente. Contudo, o diálogo sempre se faz necessário, pois a razão raramente está nas mãos de uma única pessoa. Voltando-se um pouco mais para o trabalho no dia a dia do futebol, é preciso que o torcedor entenda que se uma equipe vai mal, por vezes a culpa pode nem ser da incompetência de um técnico. Um time de futebol é como uma equipe de funcionários de uma empresa.

Há sempre os felizes, os insatisfeitos, aqueles que estão com problemas particulares. Há os tímidos, os líderes, cada um com sua personalidade. Há os técnicos que são competentes, mas são birrentos, e marcam posição firme sobre determinada linha de pensamento. Há os moderados que ouvem mais os conselhos dos próximos. Sendo um pouco mais explícito, vamos supor uma equipe que caminhe mal num torneio. O técnico é demitido. Mas será que o real problema era o técnico? Ou o técnico não teve o suporte de uma equipe de diretores e adjuntos que unidos pudessem dar sustentação ao trabalho do mesmo? Sim, num elenco existem os laranjas podres, os corporativistas, os mais variados tipos de carácteres. E isso precisa ser bem administrado, mas um técnico sozinho pode se perder neste comando se não tiver a retaguarda da direção. Até mesmo quando uma escalação de um time é mal conduzida por um treinador e evidente aos olhos de todos, esse corpo diretivo quando atento sabe dar dicas e diplomáticamente convencer de que o treineiro está errado, sem necessáriamente mandar escalar esse ou aquele.

E se, com todo esse trabalho, a equipe não fluir, aí sim deve se programar a reformulação com sabedoria e conhecendo o "timing" necessário para não ficar sem elenco, e tampouco sem um técnico de gabarito.

Como digo há alguns anos no Estádio 97, quando um clube vence é porque várias circunstâncias fluiram pelo lado positivo, e quando vai mal é porque caminharam pelo outro lado. Não pode-se eleger o bode expiatório. A seleção brasileira, para não falar do meu time, não perdeu porque tinha o Dunga, ou porque o Felipe Melo foi expulso, ou porque o JCesar falhou no primeiro gol. Agora, sim, falando do Tricolor, impossível detectar o que levou o time a esse estágio.

Somente estando dentro do clube para saber o que de fato rola. Contudo, é fato que o modelo de gerenciamento de JJ com centralização total de poder é sim algo muito perigoso para o futuro de nossa equipe. Por vezes elogiado em passado recente após títulos conquistados, não podemos ficar omissos neste momento em que o desgoverno nos parece evidente.

E se querem um conselho, mais preocupante que a situação no time na tabela do Brasileiro é a perspectiva política de nosso clube. O São Paulo Futebol Clube não pode ter um dono. Muito dos ideais que nos orgulhamos em ostentar como são paulinos vêm sendo derrubado em atos inconsequentese cada vez mais semelhantes ao que verificamos na política do país. E termos uma versão soberba de alguns tiranos que já perderam o poder em clubes rivais, nos fará se igualar àquilo que sempre repudiamos.


Sombra
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23/8/2010
DESMENTINDO O PASSADO
Amigos tricolores,

Corram ao Memorial Tricolor e vejam as fotos de grandes meias que lideraram times tricolores vitoriosos nas mais diferentes eras...

ZIZINHO, GERSON, PEDRO ROCHA, RENATO (PÉ MURCHO), SILAS, PITA, RAÍ, KAKÁ...

Com a mentalidade de nossa direção atual, temo que esses ídolos tenham suas imagens apagadas por lá, afinal, parece-nos que o futebol é que deve se render ao São Paulo, e não o Tricolor que deve se render ao futebol.

Na cabeça "juvenciana", ou "cruzniana", meias devem ser apenas peças de vestuário para maior conforto ao usarmos calçados.

Essa bobagem de que não há meias disponíveis no mercado não pode em hipóstese nenhuma "comprada" pela torcida. Inter, Corinthians, Cruzeiro, Grêmio, Fluminense, Flamengo, Palmeiras, são grandes como nós, mas não maiores a ponto de apenas eles poderem ter seus meias em campo. Seja pagando caro ou vasculhando no mercado sabem que o futebol se ganha no meio campo e com qualidade.

Apontem um grande time que tenha vencido campeonatos e que não tiveram meias em campo. O SPFC de 2005 tinha nessa função dois alas, que mais funcionavam como armadores, do que a função de origem: Junior e Cicinho, sem contar o apoio de Danilo e Souza.

Se é preciso dinheiro, recorram ao "melhor marketing do planeta". Por que nós fazemos "batismo tricolor" e temos "buffet infantil".... hahahahahahaha. Vou pedir pro meu sobrinho mergulhar na piscina de bolinhas do buffet e ver se encontra um meia com capacidade de jogar no amado tricolor.

E agora, é capaz de jogarem um "elefante" nas costas do Marcelinho da base, para que ele resolva os problemas. E jovem como é, não temos certeza de que o garoto aguentará a responsabilidade dessa incompetência diretiva.

Para completar a infeliz frase de Jesus Lopes, a quem eu tinha certa admiração pela postura centrada: "Time grande não cai." E isso é momento de se pronunciar dessa maneira? Times grandes caem sim, principalmente quando corpos diretivos se mostram incapazes.

Sombra
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6/8/2010
FIM DE LINHA
Não quero me alongar muito sobre as coisas do Tricolor. Os erros na temporada 2009/2010 vêm sendo grandes. Acomodação, falta de renovação com jovens da base, falta de patrocínios, mal planejamento do elenco. Tudo isso somado, resulta no que vemos. Incrível não entender como pessoas de tanto tempo e vitoriosas no futebol, como JJ permitiu que se chegasse num momento ruim. Lógicamente que não se trata de um clube à beira de rebaixamento ou quebrado. Mas como nos acostumamos com qualidade e vitórias, nada mais justo que cobrar o comandante em busca do rumo certo.

Recebo hoje muitos emails enaltecendo os jogadores tricolores pela garra do segundo jogo contra o Inter. Inclusive, li que JJ após o jogo desceu aos vestiários para elogiar os jogadores pela garra.

Vou na contra mão. À exceção de Rogério Ceni, Alex Silva, e mais uns dois ou três, o Tricolor desde o ano passado vem sendo displicente, sem garra, frouxo, sem pegada. O técnico, realmente, mostrou não ter capacidade tècnica e psicológica de colocar o time nos trilhos.

Quem nos últimos anos vêm planejando um meio de campo sem meias? Quem foi o incompetente que imaginou que Leo Lima, Hernanes e Cleber Santana poderiam formar um meio campo de pegada e velocidade? Mas nem no meu time de vídeogame eu faria tal imbecilidade. O time que tem 11 segundos-volantes..... hahahaha... piada. Precisamos desmistificar certas pessoas. Seria Milton Cruz, quem planeja esse elenco? Fica a questão. Nós são paulinos não podemos continuar endeusando as pessoas que compõem nossa direção.

O último elenco bem planejado do Tricolor foi em 2004/2005. E sabem como foi planejado? Após alguns anos de aposta em Osvaldo de Oliveira, Jean, Julio Santos, Reinaldo Chinelinho e cia. Tomamos chacoalhadas seguidas do Corinthians, até que sacodiram o tapete, e decidiram trabalhar trazendo atletas com vontade de vitória e principalmente que eram bons.

Por isso, emociono-me com o choro do Rogério e mais dois ou três. Mas, dos demais, tenho raiva. Porque deixaram a dedicação para quando a esperança era a única coisa que sobrava? Por que não se empenharam desde o início do ano, mostrando garra e, mesmo que não tivéssemos grande técnica e entrosamento, que nos caracterizássemos por ser um time de briga, de guerra, de vontade, tal qual foi o Uruguai na Copa.

Fora com jogadores e elementos da comissão técnica que vivem da fama. É preciso desmistificar MIlton Cruz. É preciso que Carlinhos Neves siga seu rumo na seleção brasileira. Valeu por tudo, um abraço e obrigado. Êta time que não consegue correr dois jogos seguidos. Julio Casares, Adalberto Baptista... cadê os 40 milhões do esplendoroso, valoroso e magnânimo? É muito blá, blá, blá.... Macacão de F1?

JJ: o que rola para que os jovens não venham sendo revelados? Inacreditável que se tenha gasto tanto dinheiro num CT em Cotia, e de lá nada venha. Algo tem nisso! Agora, água bateu na bunda e foram correndo buscar Casimiro. E o Oscar não poderia ter sido o nosso Ganso se tivesse sido promovido antes? Não, imagine... descobriram o maravilhoso Carlinhos Paraíba no rebaixado Coritiba. Quem descobriu? Foi você, Milton Cruz?

Pensei que os tempos de Bastos Neto e Paulo Amaral tinham passado... O que muda mesmo é a cor da Chapa, embora antes pelo menos o clube não tivesse um dono.

E eu que não ía me alongar muito, hein....
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14/6/2010
MORUMBI E A COPA DE 2014
Esse lance do Morumbi 2014 já deu nos fundilhos, mas pelo que percebo, vejo que JJ está numa de jogador de xadrez. Fazendo uma jogada que só compreederemos lá na frente. Isso não é informação. Apenas opinião.

JJ alinhou-se com o comitê paulista há muito tempo para prover a cidade de um estádio que fosse capacitado a receber os jogos da Copa, principalmente sua abertura. Visto que o discurso dos políticos paulistas é o de "não gastar o dinheiro público", surgia o Morumbi como grande alternativa. A idéia de levantar um estádio que consuma mais de 1 bilhão de reais (como estamos no terceiro mundo, acabaria em 3 bi) descartada foi. E todo o planejamento foi feito mirando o Morumbi em 2014 para abertura da Copa.

Aí vem a pergunta: não sabiam há dois anos que a conta poderia ultrapassar os 600 milhões de reais? Como saber se apenas nos últimos meses é que a FIFA finalmente aprovou o projeto, fazendo exigências que nem para o Soccer City foram feitas. Será que tantas exigências seriam feitas ao comitê paulista caso JJ tivesse apoiado a eleição de Kleber Leite ao Clube dos 13?

O plano era gastar 300 milhões de reais no máximo. O Morumbi seria coberto, teria toda a parte de recepção a delegações e convidados nos moldes de um grande estádio. A cobertura seria do estádio seria feita. Espaços decentes para rádio e Tv seria otimizados. Enfim, teríamos um estádio apto a receber de maneira confortável qualquer jogo de copa ou outro torneio que seja.

Mas as exigências foram aumentado a cada mês, tornando tudo mais difícil, complexo e caro: seiscentos e trinta milhões de reais. Não há investimento privado que possa cobrir essa quantia a não ser que praticamente entreguemos o estádio por décadas para terceiros, assim como deve ocorrer com a arena do Palmeiras. Já imaginou termos que ficar por 30 anos pagando aluguel para usar nosso próprio estádio para uma empreiteira?

Diante do exposto, acredito que JJ age de maneira correta em deixar da seguinte forma: se quiserem usar o Morumbi para a Copa o que podemos fazer é isso e ponto final. Se não quiserem o Morumbi que façam outro estádio ou peguem o do Palmeiras ou reformem o moderníssimo Pacaembú. Contudo, o tempo conspira contra. Sem contar que nenhuma das duas alternatoivas atenderia a solicitação mínima de 65 mil pessoas, fora os convidados.

E mais; eu se fosse o JJ continuaria a reformar o Morumbi como se fosse para usá-lo na Copa do Mundo. Afinal, a modernização do estádio é necessária independentemente de Copa no Brasil. Que faça acordos com patrocinadores em quantias viáveis, que permitam até cobrí-lo, mas que não nos empenhe em dívidas monstruosas. Aliás, bobagem pensar que apenas se o Morumbi tiver a Copa é que conseguiria investimentos privados. Pois na Copa só podem aparcer os patrocinadores da FIFA. Os que o clube tiver devem ser excluídos do torneio. Patrocinadores querem exposição, merchandising. E até 2014 o Morumbi aparecerá centenas de vezes na mídia, com jogos ou shows, proporcionando oportunidades infinitas ao mercado publicitário. Importante lembrar também que assim que inaugurar a estação Morumbi do metrô, o púlbico do Morumbi deve subir em pelos menos 50%.

Voltando a questão da Copa, acredito que agindo dessa maneira JJ jogou uma "bomba" no colo dos políticos. Ou correm contra o tempo para erguer um novo estádio ou ficam sem a copa na cidade de São Paulo. Já imaginaram quanto tempo levaria a licitação para construção em Pirituba? E as ações contrárias que estacionariam o projeto estratégicamente? Será que nestes meses próximos, mesmo com o descarte do Morumbi, a hipótese de uso do estádio tricolor não voltaria a pauta?

Isso não é informação. Apenas uma opinião.

E reafirmo: o Tricolor deve pensar na modernização do estádio independentemente de copa. Com suas próprias pernas. Pois tudo passa: Copa, Ricardo Teixeira e cia. Mas o Tricolor fica para a nossa e para as futuras gerações.
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29/4/2010
POR QUE ELE JOGA?
Não me alongarei muito dessa vez.



Contra o Universitário, no Perú, o Tricolor não fez nada a mais do que aquilo que já prevíamos. Futebol fraco, de baixa qualidade, e insuficiente para vencermos futuramente qualquer equipe melhorzinha e com um pouco de tradição. Passaremos das oitavas porque o Universitário não é uma coisa nem outra.



Mas, neste momento, só queria uma resposta:



POR QUE ELE JOGA?



E nenhuma resposta de qualquer ser deste planeta me convencerá.



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22/4/2010
ROGÉRIO FALOU POUCO...
Mas falou tudo.



Quem acompanhou sua entrevista ao Mauro Naves no final do jogo, pode sentir o que pensa o capitão.



Resumidamente, disse que o time ainda não joga um futebol que pode levá-lo a níveis mais altos na competição. Também sugeriu que a equipe precisa de "reforços que tragam mais qualidade de jogo". E fez elogios à torcida.



Aliás, se há algo que se pode elogiar no Tricolor é a torcida. Antes de mais nada uma presença significante, coisa que eu, sinceramente, não esperava. Mais de cinquenta mil presentes. E de maneira animada. Ainda que o time esteja muito ruim. Individual e coletivamente. Mostrou força de vontade e garra. No segundo tempo parece que cansou. Aliás, será que a preparação física está boa? Apenas um questionamento.



E parabéns pelo Rogério pela firmeza nas saídas de bola e pela defesa linda do segundo tempo. Bonito quando goleiro encaixa bolas muito difíceis, não?



Ele precisava desse defesa, para acalmar "os que querem aposentá-lo precocemente".



E parabéns à torcida. Ela não merece um time que jogue tão mal. Podemos estar mal acostumados, mas é fato: o time não joga nada. Não me iludi com a vitória de ontem. E repito: só passaremos das oitavas se pegarmos um time sem camisa, sem torcida e que não jogue lá grande coisa. Um Cerro Uruguaio cairia bem, não?



Abs



Sombra

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19/4/2010
FUTURO ÓBVIO
É óbvio que Ricardo Gomes errou na escalação.



É óbvio que o São Paulo é muito menos time que o Santos, embora tenha valores individuais muito bons.



É óbvio que o elenco já não se mostra mais satisfeito com o técnico.



É óbvio que o time será eliminado nas oitavas da Libertadores se pegar qualquer adversário mais expressivo.



É óbvio que Ricardo Gomes não mostrou que têm condições de trabalhar num time como o São Paulo Futebol Clube, jogando por terra abaixo a tese de que "só com a estrutura o Tricolor anda".



É óbvio que um time que perdeu todos os clássicos do ano (pior resultado desde 1937) está no rumo errado.



É óbvio que as convicções de JJ a respeito do técnico são errôneas



É óbvio que a curto prazo (pelo menos até a Copa) o ano do torcedor Tricolor não será nada agradável.



É óbvio...( coloque sua frase aqui também!)

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12/4/2010
PARABÉNS TRICOLOR
Parabéns ao elenco tricolor pela partida contra o Santos. Esse é o sentimento que fica para mim após a derrota. Se contra alguns times pequenos, onde saímos vitoriosos, fui crítico, desta feita, serei elogioso. Time de garra, vontade, luta e por que não, de técnica. Não é por uma infelicidade do Junior Cesar e do Marlos que deixarei aqui de exaltar a bela partida de Alex Silva, Hernanes, Miranda, Rodrigo Souto, Cicinho, Jorge Wagner e Dagoberto. O próprio técnico santista reconheceu a superioridade tricolor em seu pós jogo. Lógicamente, tudo fica mais difícil. A situação e as estatísticas mostram isso. Mas o espírito demonstrado ontem, aliado ao bom futebol, nos dão perspectiva. Não acho que é hora de somar o resultado de ontem a falta de vitórias em clássicos no decorrer do campeonato. Para mim, o ano tricolor começou contra o Botafogo. Ali tivemos a primeira mostra de que podemos chegar fortes e sem temer ninguém. Espero que o técnico consiga manter em alta o ânimo do elenco. Pois a Libertadores nos trará uma partida complicada na próxima semana. E precisaremos de muita força, tal qual contra o Santos, indo ou não para a final do Paulista.

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1/4/2010
CONTRA O MONTERREY...
...o empate acabou sendo de bom tamanho. Ainda mais pelo susto que passamos nos últimos minutos de jogo quando ouvi dos prédios vizinhos a massa adversária gritando "gol", mas aquele "gol" que não se concretizou. Ha... chupem!



Voltando ao Tricolor da partida contra o Monterrey, primeiramente vou analisar os aspectos ruins da equipe: Cicinho, Hernanes e Cleber Santana. Cicinho agora nos reforçará com uma contusão na virilha. Percebe-se que o ala de tanto sucesso de tempos antigos está completamente enferrujado. Como se não jogasse há um ano ou mais. Seu tempo de empréstimo ao São Paulos será basicamente para recuperar-se. Hernanes prende a bola em excesso. E na maioria das vezes, com sua lentidão, tem se enroscado com a bola, sendo presa fácil para o oponente. Cleber Santana, não corre, não marca, não cria. Observa. Parece um ex-jogador em atividade. E aí está morando um sério problema. São, justamente, os dois dos jogadores que têm a maior responsabilidade na criação do meio de campo, ainda mais porque sabe-se de suas qualidades técnicas. E, dentro do elenco tricolor, não há alguém de velocidade e qualidade técnica que possa suprir consertar o problema.



Os pontos positivos ficam para Rogério,os zagueiros, Rodrigo Souto, Junior Cesar, Dagoberto, Jorge Wagner e Washington. Um a um abaixo....



Rogério - redimiu-se da derrota contra o Corinthians. Duas defesas muito importantes e difíceis.



Os zagueiros - Individualmente foram muito bem. Principalmente Alex Silva que lutou muito e demonstrou uma garra de quem voltou para ser campeão.



Junior Cesar - Muito firme na marcação. Via-se, ainda que pela TV, a garra e a determinação em seus olhos. Não digo que nasceu o novo Pelé da lateral esquera. Mas ele demonstrou a garra e vontade de vencer que nós esperamos do time inteiro.



Rodrigo Souto - Muito bem. Vontade de jogar explícita. Está de parabéns.



Dagoberto - uma vítima da inoperância de Hernanes e Cleber Santana. É obrigado a voltar para o meio de campo para fazer aquilo que seria incumbência de outros. Erra passes? Sim, erra. Mas tem tentado ser o homem de criação. Que arrisca a assistência. Corre e se dedica.



Jorge Wagner - Não tem a técnica que precisamos e que Hernanes e Cleber Santana têm. Mas teve a vontade que eles não tiveram. Ao lado do Junior Cesar, por momentos, mostrou que algo de consistente pode nascer de uma parceria daquele lado do campo. É algo que eu insistiria.



Washington - Isolado. Briga como pode. Teve uma bela chance de gol. Mas o goleiro adversário foi muito bem. O que exigir se o meio de campo não o alimenta como se deve. Pelo menos, tem raça.



Ricardo Gomes, que deve ser cobrado, mesmo porque disse que ao final de março assim poderia ser feito, só salvará sua imagem perante a torcida se conseguir fazer com que Hernanes e Cleber Santana joguem e se dediquem mais. Ou se ele encontrar mágicamente uma solução dentro do próprio grupo. E se tudo isso acontecer, talvez ainda possamos sobreviver um pouco mais. Mas se ontem foi o máximo que poderemos chegar com seu comando, nós, torcedores, continuaremos a "buzinar" nos seus ouvidos.

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30/3/2010
TRICOLOR E O PROJETO TAMAR
Não é novidade que o desinteresse e a falta de velcoidade dominante do Tricolor paulista são algumas das causas do mau futebol apresentado em 2010, conforme venho escrevendo aqui e dizendo no Estádio 97 desde o início do campeonato Paulista e da Libertadores da América. Baseado nesses fatos, e aproveitando que o nosso patrocínio de camisa não sai dessa mistura de "promessa + lenga-lenga", sugiro que o Tricolor estampe no seu peito o logo do conhecido projeto Tamar, desenvolvido pelo Ibama em defesa da preservação das tartarugas marinhas. Seria um gesto simpático do Tricolor com um projeto tão importante e simbolizaria com perfeição o time Tricolor da atualidade. As tartarugas terrestres com o manto sagrado não se deram conta do que significa jogar nesse time. O técnico, que esperei bastante para cobrar resultados, pois acredito que as pessoas precisam de tempo para mostrarem seus fins, não justifica mais sua presença. E podemos claramente cobrar. Afinal, ele mesmo disse que "poderia ser cobrado ao final do mês de março". Sugiro que o mesmo, ao voltar do México, peça as contas. A meu ver, a eliminação da Libertadores é uma questão de tempo. Se não for agora na primeira fase, sairá nas oitavas. Seria um "título" chegar às quartas de final. Time de futebol precisa ser mesclado por experiência e juventude. E numa coisa todos têm que ser iguais: na fome de correr por um objetivo. Nos acostumamos a ver equipes que marcavam a saída de bola do adversário. Jogadores que lutavam incessantemente pela posse da mesma. Coisas que ficaram em 2004, 2005, 2006 e até em 2007... . Paulistinha, nem pensar. Melhor nem ir para as semifinais, pois perderemos mais dois clássicos. E, talvez, nem clássico seja (Santo André). O afastamento de uns e a promoção de jovens é necessária. Por que ninguém sobe pro profissional do Tricolor? Mais uma questão que precisa ser resolvida. Por enquanto, há uma crise pontual. Não pode-se deixá-la evoluir para não atingir um status "institucional", embora ache que isso seja difícil acontecer. Mas não esqueçam nunca: embora tenhamos uma estrutura muito forte, por vezes nossos diretores esquecem que ainda somos um clube de futebol com contas a pagar. Esbanjam palavras soberbas, mas acabaram tendo que alugar a manga da camisa por dois jogos, numa empreitada que acabou ferindo a torcida, numa demonstração de falta de ética e profissionalismo de um funcionário que provocou prejuízos para todos os lados. É hora de termos humildade, passar a régua e recomeçar. O momento (daqui até a Copa de 2014) tem tudo para ser muito bom, mas temos que reconhecer nossos erros. A admissão é um bom começo para um time que como diz o caipira... "Tá Mar!"

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26/3/2010
JUSTÍSSIMO!
Placar justíssimo na partida do nosso Tricolor contra o Bragantino. Aliás, em palco que já recebeu um dia um dos mais espetaculares times tricolores, onde nos sagramos campeões brasileiros pela terceira vez. Ah.. que saudades do tempo em que o time, mesmo sem um homem de área, conseguia fazer gols e mais gols, com jogadas brilhantes, elaboradas por jogadores dedicados e inteligentes. Bons tempos....



Mas voltando a realidade nossa, o que dizer sobre o jogo de ontem? Bem, no primeiro tempo o Tricolor até dava a impressão de que faria o gol a qualquer momento. Dominava o meio campo com facilidade, afinal, tinha seis homens nesse setor e envolvia bem o adversário. Mas se por ali tinha seis homens, na frente não havia nenhum. Por vezes, esse espaço era ocupado por Léo Lima, Jorge Wagner e até Jean teve sua participação. Tivemos três chances claríssimas de gol. Claras, mesmo! Tudo bem. Vamos pro segundo tempo e a coisa vai dar certo. Agora, a bola iria entrar, mas....



Bola rolando, e o time que envolvia o Bragantino piorou. Léo Lima e Dagoberto sumiram, ou passaram a errar mais do que o normal. Jorge Wagner, batalhador, parecia já estar cansado. Hernanes, às vezes com lampejos de bom jogador, mas sumido do jogo. Dormia, como apenas os grandes craques podem se dar a esse direito. Marlos batalhava. E o Bragantino começava a contra atacar com perigo. E nada do Tricolor criar chances de gol. Mudanças começavam a mostrar serem necessárias. E Rogério fazendo milagres... e Miranda idem.... A coisa parecia que ía pro brejo (para onde acabou indo mesmo). E a lentidão imperava no lado Tricolor. Que desânimo.



Opa! Substituições. Entam M.Paraíba, Fernandinho e Roger. A esperança ficava por conta de Fernandinho. Paraíba, talvez. Roger... ah, Roger...



O time piorou. Paraíba parecia mais cansado que o substituído Dagoberto. Fernandinho não tinha bola para jogar. Os demais lentíssimos em campo nem conseguiam chegar em seu setor para produção de algo que fosse bom pro time. E Roger, idem.



Gol do Bragantino. Bola parada. No segundo tempo o Bragantino já fazia por merecer o gol. Depois, só aquele monte de bolas perdidas, chuveiros e a cabeçada de André Luis. No gol? Não, no adversário. Sorte dele que o juíz nem o bandeira viram. Azar do futebol. E ele disse que tinha mudado.



E agora, vai ter jogador reclamando do não pagamento de bicho? E agora, vai ter jogador dizendo que o importante foi a vitória?



Não pelos pontos perdidos no campeonato. Mas o que o Tricolor vem apresentando não dá perspectivas. E não são as vitórias frágeis no Morumbi contra sacos de pancada que me fazem ver diferente. JJ tá certo. O Time está devendo. Com certeza deve estar preocupado. Assim como nós....

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23/3/2010
FALTA VELOCIDADE
Para não dizer que só critico no momento das derrotas, aproveito para dar minha "cutucada" no Tricolor.

Embora o próprio JJ tenha elogiado o time após a vitória contra o Nacional do Paraguai, e o time tenha vencido novamente no fim de semana, ainda entendo que a equipe tem uma falta muito grande de velocidade no setor do meio de campo. Áo que tudo indica, Ricardo Gomes já encontrou seu meio de campo titular. Dele fazem parte Hernanes, Cláber Santana e Léo Lima. Os três são habilidosos, têm boa visão de jogo, sabem cadenciar a partida. Mas falta um que dê mais velocidade, senão a dependência de um dia inspirado de Dagoberto será cada vez maior. E a quebra de retrancas cada vez mais difíceis. O positivo fica para os monstros Alex Silva e Miranda. E para Junior Cesar que está se dedicando muito, com boa técnica. Vem fazendo cada vez mais outros parecerem que "não querem se esforçar muito". O negativo fica para Cicinho que não corre, mostra ainda estar enferrujado e não acerta um passe ou lançamento. Desculpem-me tricolores. Mas não estou tão otimista quanto muitos estão.
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8/3/2010
O QUE MUDOU??
Mudou a movimentação. O time teve mais vontade. Mas ainda falta muito.

Melhorou um pouco o futeobl de Cicinho, embora ele tenha cometido um erro imenso no primeiro tempo na recuada de bola. Em pelo menos três momentos lembrou o Cicinho de antigamente. Mas ainda falta muito.

Piorou o Xandão. Pareceu meio inseguro e atrasado em alguns lances.

A marcação no meio de campo melhorou. Mas ainda falta.

Marcelinho tocou a bola mais rápido, segurou menos. Mas ainda falta.

Junior Cesar foi mais eficiente e conseguiu efetivar pelo menos duas jogadas de linha de fundo. Mas ainda falta.

O que não mudou?

Richarlisson continua errando todos os passes e saídas de jogo. Dá asco ver seu futebol atualmente. No segundo tempo, quando foi recuado para terceiro zagueiro, não comprometeu. Também, ficou só como rebatedor. Como volante ele compromete demais o time. Estraga todas as saídas de jogo que passam pelos seus pés. Está mais do que na hora dele pegar um banco. E minha bronca é técnica. Antes que venham dizer isso ou aquilo.
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1/3/2010
FERNANDINHO
Fernandinho...

nota 10 para o rapaz. Nota zero para o futebol do Tricolor.

O problema agora é que a nação tricolor encontrou seu herói.

Mas...

Fernandinho não faz proteção da zaga.

Fernandinho não é armador.

Fernandinho não pode correr pelos demais.

O placar da partida contra o Monte Azul é extremamente enganoso. O time foi apático o tempo todo. Por vezes, até o ridículo adversário entrava na área. E a primeira grande chance de gol foi deles.

Lentidão, falta de inspiração. Ninguém procura o "ponto futuro", ninguém faz ultrapassagens pela lateral. O famoso "um-dois" é coisa que fica guardada no passado de times melhores que já tivémos. Erros de passes aos montes.

Você lembra de alguma bola roubada pelo Tricolor no meio de campo? Antecipação de volantes aos adversários?

Deu dó de ver isolamento a que ficaram submetidos Henrique e Dagoberto no primeiro tempo. E a bem da verdade Henrique nem merecia ter sido substituído. Léo Lima fez um belo gol e deu um belo passe para um gol do Fernandinho. Ah, que legal. E nãos e viu mais nada dele. Num meio de campo os jogadores precisam ter mais vontade, precisam ser mais participativos, mais atuantes. Richarlisson? Só erros de passes. Grotesco.

Espero que a torcida compreenda que Fernandinho não é super herói. E nada deve ser cobrado dele de imediato.

Mas uma coisa é fato: os gols que Fernandinho fez, Washington teria feito no máximo um. Aquele em que ele driblou o goleiro, certamente Washington teria perdido.

Outros dois sairiam pelo alto.

Tricolor, não me engana que eu não gosto!
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26/2/2010
TRICOLOR ATRASADO!
Tricolor perdeu mais uma (Once Caldas). Momento de todos nós são paulinos tentarem encontrar as causas quando colocamos a cabeça no travesseiro antes de pegar no sono.

Colunistas, blogueiros, torcedores, cada um com sua crítica. Agora é o momento que mais se lê opiniões e discussões sobre esquema. É 352 para um lado, 442 pro outro e por aí vamos.

Para mim, uma coisa é nítida. Muitos dos jogadores contratados não chegaram ao time no "timing" certo para disputa da Libertadores.

Senão, vejamos...

Cicinho - sem ritmo. Um arremedo físico do que foi um dia.

ALex Silva - nem fez ainda sua primeira partida

Rodrigo Souto - jogou seus primeiros minutos.

Cléber Santana - lento. Ainda não se achou na equipe.

Marcelinho - idem a Cleber Santana

Léo Lima - idem a Marcelinho (rsrs)

Dagoberto - machucou no momento que o time começava a dar sinais de melhora.

Fernandinho - o drible em velocidade pode ser uma bela alternativa para o futuro. Mas compramos "quebrado". A cola está secando.

O resto do elenco é o mesmo que jogou o ano passado e que já demonstrava suas fraquezas, agora sem Hugo e Borges (que se foram, ainda bem). Com os novos contratados em forma, ganharemos em velocidade, técnica e opções táticas. Ganharemos ousadia ofensiva, coisa que não temos hoje. E ganharemos em marcaçao. Hoje, só olhamos os adversários jogarem.

Culpa de quem? Da direção, lógico. Mas sem dolo. Sem intenção.Acredito que todos os times sofrem para contratar. E quando conseguem não é exatamente quando querem. Mas quando é possível.

Portanto, ainda acho que teremos um caminho meio nebuloso nas próximas semanas. E não descarto que possamos fazer uma péssima Libertadores. O tempo não joga a nosso favor. Estudamos, mas chegamos pro vestibular e encontramos o portão fechado. Agora, só ano que vem. Pode apostar.

Em paralelo a isso, ainda temos um técnico com problemas de saúde. Que graças a Deus está melhor. Mas que ainda não pode voltar. E que, quando reassumir, vai ter que mostrar sua competência rapidamente, já muito colocada em questão.

Uma última opinião: após o caso Oscar, procurei me abster de divulgar os jovens da base tricolor. Mas, que o Casemiro, o Marcelinho e o Lucas Gaúcho seriam ótimas opções para esse time, seriam.Aliás, o Tricolor não tem um meia de verdade igual ao Marcelinho da base, com a qualidade do drible em velocidade. Que mer.... falei dos caras.

Agora, como todo mundo faz nos blogs, colunas e fóruns, me dou ao direito de brincar de esquema e escalação: Rogério, Cicinho, Alex Silva, Miranda, Jorge Vagner; Jean, Rodrigo Souto, Hernanes e Marcelinho Paraíba, Dagoberto e Washington. 442 clássico com dois volantes. Com todos em forma e com vontade de jogar, podem dar um caldo. Acho que fica um time equilibrado. E o Cleber Santana e o Léo Lima? Bancão. Quem mandou contratar um monte de jogadores com o mesmo perfil?
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22/2/2010
AH SÃO PAULO...
Que tristeza o futebol apresentado pelo nosso Tricolor...

A cada partida deste ano sempre vou para a frente da televisão na expectativa de ver um futebol melhor.

De algo próximo do bom só vimos alguma coisa no jogo contra o São Caetano.

A pergunta que fica?

O time está jogando pouco porque o Ricardo Gomes não consegue fazer o time jogar? Ou porque alguns jogadores parecem ainda estar num amistoso de verão, naqueles encontros de "amigo do dunha x amigo do tião"?

Independente da resposta, pelos nomes dos jogadores que estão sendo escalados, já era para algo de mais positivo ter sido apresentado.

Não sou de fazer pré-julgamentos a respeito de profissionais do futebol, por isso sempre defendi o tempo ao Ricardo Gomes. Porém, nada indica que o Tricolor conseguirá fazer uma boa Libertadores. O bom futebol está demorando a chegar. E olha que eu acho o esquema tático proposto interessante. Ou você leitor acredita que o Tricolor arrancará aplausos contra o Once Caldas. Não é premonição, mas o resultado já está desenhado. Não é pessimismo. É sintomático.

Ainda que alguns digam que há jogadores a estrear, digo que com estes que estão jogando já é o suficiente para algo de mais qualidade. Nada a criticar aos homens de defesa. Jorge Vagner, Xandão, Miranda e Jean vêm sendo bons exemplos de vontade e de procura do jogo.

Contudo, Cicinho, Cleber Santana, Léo Lima e Hernanes estão devendo demais. Tudo bem que o Cicinho não jogava há muito tempo. Mas e os demais? São jogadores de meio campo, que num time são o coração que pulsam num time. O Marcelinho não vive boa fase. Mas sem os homens de meio campo se movimentando, com quem ele vai jogar?

Por mais que o Tricolor seja bem administrado e tenha sua filosofia de manter treinadores, entendo que com a quantidade de bons jogadores que temos, Juvenal pode quebrar a escrita. Entendo que se nos próximos dois jogos da Libertadores o Tricolor não somar ao menos quatro pontos, e mostrar poderio, Ricardo Gomes pode dançar.

P.S. E eis que acabo de receber a informação de que Ricardo Gomes teve um AVC - acidente vascular cerebral. Meu Deus! Que ele saia dessa. Não há notícias mais profundas ainda.
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19/2/2010
TENTANDO VER COMO RICARDO GOMES
Mais um jogo entediante do nosso Tricolor. O positivo fica pela segurança que Miranda e Xandão transmitem ao torcedor. Aliás, o Xandão passa a impressão de que joga no Tricolor há anos, suprindo a altura a falta de André Dias.

Contudo, no quesito criação de jogadas em pró do gol, o time continua errando muitos passes e, por vezes, lento. Alguns jogadores ainda carecem claramente de ritmo de jogo. Casos de Cicinho e Cléber Santana. Carlinhos Paraíba ainda não mostrou o seu "possível" bom futebol.

Não sei se por ordem técnica para poupar energia, mas a equipe também não marca com aquela garra que nos acostumamos nos anos de 2005 a 2007 quando tínhamos ainda Josué e Mineiro. A marcação fica muito naquela de "observar" o adversário jogar. De uma forma geral, ainda falta aquela vibração de time copeiro. Mas, repito. Não sei se trata de uma ordem de Ricardo Gomes para os jogadores se pouparem.

Quanto ao posicionamento em campo, o Tricolor está bem à européia, mesclando a necessidade de três zagueiros ao sistema 4-4-2. Assim como em muitos times europeus, um dos laterais na verdade é um zagueiro. E assim tem sido com Renato Silva, que jogou muito bem ontem. Exemplificando por esta partida, Cicinho, Jean, Richarlisson e Carlinhos Paraíba eram os homens a criar, formando a famosa linha de 4 no meio de campo. A idéia de Ricardo Gomes é interessante. Esses quatro homens, independente de quem sejam, fazendo uma movimentação constante, trocando passes, dificultando a marcação do adversário. Em tese, até pelo perfil dos jogadores que hoje o Tricolor tem, é um jeito bem legal de jogar. Entretanto, na prática, ainda não funciona bem. Não sei se porque individualmente alguns ainda estão mal. Ou porque o rodízio constante de jogadores dificulta o entrosamento.

Outra coisa: o Tricolor tem um bom número de jogadores versáteis no meio de campo. Escolher 4 titulares entre Jean, Ricky, Souto, Hernanes, Cleber, Leo Lima, e Cicinho (nessa configuração) poderia trazer descontentamentos pois tratam-se todos de jogadores acostumados a titularidade. E quase todos eles com bom nível. Penso que o Ricardo Gomes aderiu a idéia de que "todos são titulares", jogando conforme o cansaço e o adversário. Mais uma idéia que em tese parece legal. Mas que no Brasil nunca se viu e pode dificultar o entrosamento dos atletas.

Que fique claro. Não estou criticando. Estou tentando entender o novo Tricolor. E deixando para todos o debate.

Ah... esqueci. Continuo com minha campanha "washington num raio de sete metros do goleiro". Qualquer distância acima dessa, provocará a participação do Washington na construção de jogadas. O que é altamente destrutivo. Washington é o finalizador. Não é nem o último passe. Técnica próxima do zero. Contudo, um guerreiro. Se sobrar na cara do gol ele faz. Se sobrar...
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9/2/2010
TIME DOS "QUASE" SONHOS
Rogério, Cicinho, Alex Silva, Miranda, Jorge Wagner; Jean, Rodrigo Souto, Hernanes e Cleber Santana; Dagoberto e Washington.

No banco, Xandão, Leo Lima, Richarlisson, Marcelinho Paraíba e Marlos.

Se ao final do ano passado perguntassem a um torcedor tricolor sobre uma equipe dessas, não seria um time dos sonhos. Mas, perto do que tínhamos, diria "quase" sonho.

Sonho se tivéssemos Kaká no lugar do Hernanes e Luis Fabiano, ou Nilmar no lugar do Washington.

Mesmo assim, penso que com esse "quase" sonho é possível sonhar com Libertadores. Ao menos uma que seja mais digna do que as últimas três edições, quando a meu ver fomos ridículos.

O problema é que a estréia é próxima, o time ainda não se encaixou, e alguns desses jogadores ainda não estão aptos, como , Cicinho, Alex Silva e Rodrigo Souto. Dagoberto fora três semanas por contusão. Culpa de quem? De ninguém. O futebol hoje é assim. Difícil contratar, fazer pré temporada e entrosar um time em curto espaço de tempo.

Portanto, torçamos muito para que ganhemos a primeira não importa como e tenhamos tempo para ajustar a equipe e os calouros. E que a direção consiga alguém de um nível um pouco melhor que o Washington. Ele tem garra, mas não basta. Uma bola bem matada ainda faz diferença.

Sorte para Ricardo Gomes, que terá material para mostrar ou não sua competência. A meu ver material melhor do que tivemos nos últimos 2 anos, pelo menos.

Só para fechar bem o texto, sonhe por aí com... Rogério, Cicinho, Alex Silva, Miranda, Jorge Wagner, Jean, Rodrigo Souto, Kaká e Cleber Santana, Dagoberto e Luis Fabiano (Nilmar). Não custa sonhar....
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8/2/2010
RIDÍCULO....
...o futebol apresentado pelo Tricolor. Méritos ao Santos pela qualidade individual de alguns de seus jogadores, o que fez prevalecer o placar de 2 a 1.

Para que entrar em campo com o time titular, se o calor era desgastante e o time esteve apático o tempo todo? E ainda por cima, correndo o risco de machucar algum jogador, como aconteceu com Dagoberto.

Ricardo Gomes, em entrevista publicada pelo globo.com disse que saiu satisfeito porque apesar da derrota o time "quis jogo". Neste fim de semana o único que quis jogo fui eu que fiquei jogando Black Jack. A apatia e os erros de passes e a falta de qualidade na armação de lances de perigo foi notória. E o pior é que até tivemos a chance de matar o jogo. O que encobriria o mal futebol.

Dizem que chega Cicinho. Dizem que chegará um atacante também. Mas vai demorar para os "onze melhores" se acertarem e estarem em campo. Desconfio do que acontecerá já na primeira fase da Libertadores. Vejo com mais certeza o Brasileirão. Jogo mesmo, este ano, só vi contra o São Caetano... e no meu "vinte e um".
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